26/Abril/2012 – Quinta-feira
QUANDO A DOR DÓI MAIS
Dia 20 próximo passado, numa de suas sempre francas respostas a um outro comentário que eu deixara no post “Teruo libera recursos a fundo perdido para 4 municípios do noroeste”, nas letras de uma frase do Velho Gagá, o Sábio, meus olhos viram o vermelho vivo do sangue alheio se esvaindo por conta da mais grave forma de doença humana, a INDIFERENÇA.
Velho Gagá, que sei, longe dos seus na Capital, lá vive a atroz sujeição de paciente oncológico do SUS. Expunha-me ele sua aflição-mor: - “Creia Dr. Balestra, a dor dói mais quando somos tratados com o desdém.”
Hoje, remetido pelo post “A via crucis de quem faz tratamento de câncer pelo SUS” à indicação de leitura, deparo-me com um clamor por socorro da jovem professora Aline Gabriela Copceski em seu blog, diante da mesma dor maior do amigo Velho Gagá: O DESDÉM!
Confesso, dimensionei o que havia lido; fiquei desmoronado emocionalmente. Refleti acerca de quantos cidadãos e cidadãs sob esse mesmo céu que cobre o pequeno unvierso de Paranavaí, meu torrão natal, e a região, que neste exato instante, se alinham na mesma fila de sofrimento do amigo Velho Gagá, o Sábio, ou de ALINE, a jovem professora.
A maioria deles, penso, não tem sequer a opção de acessar um blog para AO MENOS soltarem suas vozes, desabafarem as dores que lhes impõem a dúvida do futuro e consomem-lhes as carnes, MAIORMENTE QUE QUALQUER TIPO DE CÂNCER: as dores da REVOLTA PELO DESCASO!, e justamente no momento mais tormentoso de uma vida: o de obrigar-se a assistir o próprio corpo ir se consumindo. É em absoluta solidariedade a estes que ora falo.
Então, aos homens públicos com mandatos de minha terra, TODOS ELES, que adoradores dos papéis da burocracia sórdida, festejam recursos financeiros, mas relevam para segundo plano a EXALTAÇÃO À VIDA, indago:
– ¿Não conseguem os senhores avaliarem que, com seus silêncios de espera, estão sendo CRUDELÍSSIMOS para com as dores e SURDOS para com os gritos de desespero dos onco-pacientes da cidade e região?
– ¿Não tem os senhores HABILIDADE E/OU CAPACIDADE POLÍTICA para resolverem positivamente o problema do credenciamento da Clínica Oncológica para a cidade?
– ¿Não gozam os senhores de PRESTÍGIO perante o Governo Federal para, unidos, terem audiência com a Presidente Dilma, mesmo em período de pré-Copa, e denunciarem destemidamente à Sua Excelência que; A UMA: Paranavaí não precisa de verba pública alguma para construir clínica oncológica, porque há mais de quatro anos conta com uma unidade particular, montada bem ao lado da Santa Casa, esperando tão somente pelo credenciamento vindo do mesmo Governo Federal comandado por Sua Excelência?; A DUAS: que credenciada a clínica privada, uma simples assinatura de convênio com o órgão do Governo Federal evitará verbas da saúde, aplicáveis em outras localidades? A TRÊS: que os eternizados “estudos técnicos para apurar regionalmente a viabilidade do credenciamento da Clinica Oncológica para Paranavaí”, seja para clínica particular ou hospital municipal, em verdade nada mais são que estratagemas abjetos de grupo lobista de jaleco já fixado nas maiores cidades da região; A QUATRO: que as VIDAS dos cidadãos e cidadãs de Paranavaí e região, assim como a de Sua Excelência e a do ex Presidente, que se trataram de cânceres no melhor hospital do país, também DEVEM ESTAR ACIMA de qualquer transitória Copa?
Confiando, por fim, unicamente no MISERICORDIOSO, para que Este aqueça os corações desses homens públicos locais, eu, o Velho Gagá, a jovem Aline, e todos os onco-pacientes e seus familiares da cidade e região noroeste, aguardamos respostas. Elas podem vir substituídas por ações solidárias efetivas e objetivas na oncologia, dispensadas as demagógicas e/ou com fins politiqueiros, desinteressantes a Deus, QUE NÃO DESDENHA sequer UM desses homens públicos, também FILHOS SEUS, nem interessam aos padecentes de câncer, os únicos que sabem que no DESDÉM pela vida alheia é QUANDO A DOR DÓI MAIS…
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04/Abril/2012 – Quarta-feira
MAIS CALMA COM ESSA SEDE DE JUSTIÇA, QUE TODOS VIEMOS DO BARRO!
Aos leitores “PARANAVAÍ abril 3rd, 2012 at 14:05″ e “Eeuuu abril 3rd, 2012 at 11:33”:
- Desculpe-me o blogleitor “PARANAVAÍ…”, mas é preciso prestar atenção à notícia AQUI no JP: A mulher “não comprou nada”, e a loja “não perdeu nada”. Logo, nada há em valores pra ela pagar para a loja porque não ficou com mercadoria alguma, ok?
O “trabalho voluntário” de que você fala não se aplica neste caso, porque nenhuma penalização é “voluntária”, seja na Justiça Criminal, nos Juizados Especiais Criminais ou em qualquer outra esfera.
Como vê “PARANAVAÍ…”, você deve ter baralhado as coisas; a mulher poderia sim, em resumo, fazer um acordo com o Juiz em audiência e submeter-se a uma das duas situações que ser-lhe-iam propostas pelo Magistrado ou pelo Promotor de Justiça: “prestação de serviços à comunidade” em alguma escola, recanto de idosos, etc., ou pagamento de determinado valor em favor dalguma entidade beneficente da própria cidade. É o remédio e a resposta da Justiça à sociedade para o caso.
Apesar de tudo isso que ora respeitosamente digo, eu lhes recomendaria que, a propósito, lessem também a notícia que o JP publicou ontem (02.04):
Clique AQUI - Vocês irão entender o que significa “princípio da insignificância” no sentido legal do termo.
Por fim, e particularmente, fosse eu o julgador do caso da tal mulher, preocupar-me-ia primeiramente com sua sanidade mental, e só depois com o resto… Não entendo que se deva procurar “destruir” uma vida perante a sociedade por um deslize – como parece ser o desejo do blogleitor ““Eeuuu” -, e muito menos por uma eventual patologia mental (cleptomania) que em geral passa desapercebida quando se trata de pessoa humilde, sem instrução nem posses, como pode ser o caso dessa mulher.
A propósito, há sonegadores tributários, o que me parece um crime de alcance e dano maiores, porque atinge a todos os cidadãos. Entretanto a sociedade aceita que se mantenham no mandato enquanto correm os recursos legais. Pode ser legal, mas não me parece moral.
Talvez por isso, ignotos blogleitores, que a nossa sociedade esteja cada vez mais fria e violenta; diante de um ilícito do tipo desse dado com a tal mulher ninguém se lembra primeiramente da lição do Criador, o PERDÃO. Parte-se logo para solução taliônica da destruição completa, como se o mundo mudasse por completo e para melhor depois disso! Tolo engano.
Tenho para mim que é melhor perdoar quem não o mereça, mas ficar com minha consciência cívica e cristã tranqüila, do que condenar injustamente ou ajudar a destruir socialmente uma vida por conta de três blusas femininas, uma camiseta, dois vestidos, um short e uma calça…
…Mais calma com essa sede de Justiça, meus amigos, porque todos viemos do MESMO BARRO.
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30/Mar/2011 – Quarta-feira
NADA É SEM TEMPO NEM QUÊ NEM PRA QUÊ
Quando você estiver conversando com algum amigo ou ouvindo-o detidamente, e de repente uma situação qualquer o levar a podar o diálogo, não se deslembre de, restabelecida a oportunidade – e ela sempre vem –, ter refinada iniciativa de retomar do ponto em que vinha. O tempo pode lhe parecer muito valoroso, a materialidade fascinante, mas seu império pessoal sobre ambos é tão duradouro quanto o vigor da chama dum fósforo.
Digo isto porque, apesar de certas circunstâncias serem sábia e tempestivamente sustáveis para
amadurecimento, e da provável balda de deseducado que se pode sofrer em eventual falta de apreço pelo que lhe dizia o tal amigo, entretanto realidade mais intensa carece ser notada: a Vida neste Plano é a ponteiros, se sabe, no entanto seu relógio vai por corda em fio frágil ou bateria limitada, movidos que são os três pela geral transitoriedade; a ocasião cortada de inopino pode escapar-lhe certa e definitivamente assim como definitivo e certo é que a madrugada se renda a todo amanhecer.
Não creia sejamos essências com movimento contínuo, espécies de perpetuum mobile, que isso ainda é apenas vã teoria científica da fecunda,
mas pouco resistente da mente humana, nem aguarde pela reencarnação, que é certa, particularmente creio, como igualmente tenho fé de que com ela não se lhe darão privilégios senão novos compromissos a resgatar com vistas à renovação e aprimoramento; o Creador sabe o cerne de sua criatura. Nada é sem quê nem pra quê!
Então, devolvida a chance do diálogo aparteado, retome-o, que a nova ocasião não se dá nem se dará sem desígnio. Todavia o faça antes que leia ou seja lido num obituário, que aí outra será a Dimensão e o tema central poderá ser o tal amigo ou você, quiçá queixando-se – também creio – ao Divino, e Ele sorrindo-lhes lindamente, como o professor paciente que vê seu pupilo embaraçado ao segurar o lápis pela primeira vez!
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12 de Março/2011 – Sábado
ALINE E O TRANSATLÂNTICO
“…As mudanças de governo não mudam as condições do indivíduo. Não dependemos de constituições e sim dos instintos e da moral… Não, não creio que homens sejam naturalmente bons. …O que vejo é que eles estão penosamente emergindo da barbárie primitiva, e que com grande esforço estão organizando uma justiça que é incerta e uma caridade que é precária. Está longe ainda o tempo em que os homens serão bons uns para os outros. Longe ainda o tempo em que deixarão de guerrear-se e em que quadros representando cenas bélicas serão conservados escondidos, como imorais… Mas também creio que os homens serão menos ferozes quando menos miseráveis, …” ( Palavras da personagem Lucien Bergeret, na obra do escritor francês Anatole France, À sombra do olmo (“L´orme du mail”, 1897).
Lendo aqui no Blog do Joaquim de Paula a matéria sobre a Unidade de Oncologia para o Hospital Regional de Paranavaí, e o clamor da professora Aline Copceski quanto ao seu cruel padecimento pela lentidão do processo de instalação da clínica oncológica na cidade, de plano lembrei-me de duas coisas e as associei: a força das palavras dessa passagem no livro de Anatole, e o “insubmergível” Titanic, como o tratavam seus interessados para captar simpatia aos pobres viajantes.
Também li aqui a mensagem do deputado estadual à professora Aline; enquanto resposta polida a uma cidadã, a mensagem está irretocável. No entanto, muito longe de poder ser considerada um lenitivo, ou sequer um alento à resignada padecente Aline.
Sei que em se tratando de temas públicos, como é o caso do credenciamento governamental à clínica oncológica local, as decisões são conjuntas – ao menos deveria ser assim –, contudo viajam elas pelos mares da burocracia a bordo de um pachorrento transatlântico cujo comandante, todo mundo sabe, tem as vistas embotadas pela intimidade do convívio com sua inseparável Dona Lentidão.
Ora, quando o deputado local diz na mensagem que “…o processo está em Curitiba e depende da auditoria que os técnicos da Secretaria de Saúde do Estado deverão fazer para avaliar instalações, espaço físico e requisitos necessários para que o projeto seja aprovado e encaminhado a Brasília.”, que me desculpe ele, mas está subestimando a si próprio, ao seu real mister. Afinal, dentre as funções de um deputado estadual não está a de vigiar diuturnamente pelos benefícios diretos aos cidadãos eleitores de sua base eleitoral, de sua cidade e por fim de seu estado?
Pois bem. Apesar de vivermos em tempos de vigência de uma Lei Maria da Penha e de tantas outras recentes conquistas femininas, e mesmo diante da denúncia seriíssima de Aline, de que no PA fora ela desdenhada justamente por uma MÉDICA, logo, como o deputado deixa entrever na sua mensagem à professora Aline, a tal “Clinica de Oncologia” para o Hospital Regional de Paranavaí está dependendo da manobra do moroso transatlântico governamental, e ele, “pilatamente”, pouco pode fazer em seu favor e dos demais “passageiros”. Isso é inaceitável! Está se tratando da saúde pública como sempre, da mesma forma respeitosa com que os vendedores de carros tratam seus clientes diante de problemas na entrega do bem; alegando culpas do fabricante pelo fato, pedem paciência ao comprador ansioso e sonhador.
Sei, é o óbvio, mas é preciso repetir ao deputado: Câncer é o nome dum sujeito surdo, mudo, cego, teimoso, obstinado, cujas longas passadas não esperam por auditorias, avaliações e não se importam com quem esteja em Brasília… nem que o Titanic dos necessitados afunde outra vez. Mas ele, Câncer, tem ponto fraco; costuma se curvar à força das palavras do efetivo empenho dos que legalmente podem afastar os icebergs do caminho daqueles que, tal qual a abnegada professora ALINE COPCESKI, se vêem obrigadas a viajar no transatlântico do comandante de vistas curtas.
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12/Setembro/2010 – Domingo
O RISCO DA INDIGÊNCIA LINGUÍSTICA
Quem me lê aqui no blog certamente já percebeu: tenho manifesto gosto pelos mistérios da língua portuguesa, apesar de não possuir formação acadêmica em Letras, mas em Direito.
Já o disse antes: devo o prazer pelas letras à minha venturosa “Academia-base”, o saudoso Externato Nísia Floresta, das lições vindas das “Imortais” Mestras, Dª Alba Dantas Montenegro e a poeta Roza de Oliveira, as quais, por uma dessas coisas do destino, são filhas de chãos cariocas, onde estão assentadas as colunas do ateneu-mor pátrio: a ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.
Pensar, pesquisar, ponderar, e depois registrar isso em textos tem sentido especial para mim. Talvez seja uma espécie de luta perpétua contra a morte… Afinal, todo escritor é um pouco rebelde ao prazo concedido pelo Creador. Como se isso adiantasse. Mas não custa insistir…
Pois bem. Autodidata em Letras, para minhas pesquisas sirvo-me de dicionários de sinônimos e antônimos, lingüísticos, nacionais ou estrangeiros, obras técnicas, críticas literárias e de literatura, estas na maioria de autores nacionais; imprescindível cantar as coisas nossas, tão invejadas lá fora por suas singularidades, embora a isso poucos daqui se atenham ou estimem, e uns até as menoscabem.
Até 2008, por absoluto prazer na lida com o papel físico, houvera eu “destruído” alguns Aurélios (a foto aí ao lado é de um deles), tantos os manuseios dezenamente diários, e as prazerosas respostas. Mas a inclemência do tempo fez-me ceder (em parte!): instalei um Aurelião virtual em meu computador.
Fugindo da pecha de ser “homem de um dicionário só”, como se diria, comprei um “Dicionário Houaiss da língua portuguesa”, recomendado pela ABL, instalando o cedê que o acompanha, sem fugir à leitura integral do seu prefácio ou do histórico do sonho de seu saudoso idealizador, o filólogo Antônio Houaiss, admirável!
Desde então passei a fazer minhas consultas duplicadamente; no Aurelião e no Houaiss. Mas dia desses, para meu maior encantamento léxico, um amigo instalou em minha máquina um “Aulete digital” . Agora, faço o cotejo dos termos pesquisados no meu “Trio Léxico” .
Todavia, essa disciplina pessoal conduziu-me a uma respeitosa, porém, triste constatação: enquanto os demais dicionários registram antigos e também novos vocábulos da fala nacional, o Houaiss, e que inclusive traz a importante datação de criação dos termos, por outro lado tem extirpado muitos, de antigo uso, mas históricos, que fazem parte de reconhecidas obras literárias nacionais, e que enriqueceram sobremaneira a língua portuguesa em seus momentos próprios, até mesmo dando origem a outros depois.
Ao contrário do entendimento que é descuidadamente corrente, os termos, as expressões e seus significados, não saem dos dicionários para a fala do povo, mas é exatamente o contrário: da boca, do uso e da criatividade dos indivíduos é que é formado e enriquecido o léxico pátrio.
Portanto, quando na minha condição de músico, por exemplo, estudo os versos de uma canção antiga – “NOITE DE ESTRELAS” (1932), de Candido das Neves, gravada por Vicente Celestino – e neles vejo o vocábulo substantivo feminino “FALENAS” (lepidópteros: ordem de insetos que reúne as borboletas e as mariposas) e daí, em consulta ao HOUAISS noto que não o cita, entretanto é encontrado no AURÉLIO e no AULETE DIGITAL, com efeito, reverentemente ao incansável trabalho da equipe do filólogo Antônio Houaiss, não posso deixar de expressar minha preocupação pela supressão de vocábulos menos usados ou de usos antigos, justamente num dicionário indicado pela guardiã da língua portuguesa no país, a ABL.
Creio que seja tempo de rever-se essa injustiça vernacular, sob pena de em breve nos tornarmos uma NAÇÃO LINGUISTICAMENTE INDIGENTE!
José Roberto Balestra
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06/Março/2010
A AÇÃO SOCIAL E A CHAGA
Diz antiga fábula: estando os ratos em polvorosa pelos raticídios do gatão no paiol de milho, urgia pôr fim àquilo. Formaram comissão. Conversa vai e vem, e se levanta um roedor com iluminada idéia: – “Vamos colocar um sininho no rabo do gato dormindo!!…” Pipocaram aplausos.
Mas como a alegria é sorvete de groselha ao sol, cessadas as palmas, um deles deu fatal pergunta: – “E quem vai pendurar o guizo no rabo do gato?…” Esvaziou-se a comissão.
Na exata qualidade de filho desta terra que somos temos opinado àquilo que nos chama a atenção na vida da cidade: já manifestamos tanto nosso espanto pela invasão jovem que assistimos certa noite no leito da Av. Paraná, entre o Lava-Jato e o Fórum, sem a presença de qualquer viatura policial, como nossa indignação à destruição de telefone público e oitenta túmulos do Cemitério Municipal em madrugada do final do ano ido.
Confesso que associei as situações – a bebedeira, o “fumacê” e a falta de respeito a meu direito de livre trânsito pela via pública naquela noite –; um jovem sadio física, mental e, sobretudo espiritualmente, jamais cometeria tal ou algum ato criminoso!
Por mais diligente, numa administração sempre haverá gargalos a incomodar administrador e administrados. A Saúde Pública é um desses; sempre em situação desarrumada, e daí criticada. Difícil (mas não impossível!) é nomear-se um médico como seu Secretário. E não se trata de remuneração. Fosse só isso certamente o país estaria livre do cáustico problema.
Outra pasta que também padece é a do Desenvolvimento Social; de ordinário ninguém a quer! É um abacaxi!, diz-se. Mas há que se observar é que essa recusa fria dissimula razões: dentre outras, a de que é atividade diuturnamente desgastante pra quem a chefia, mesmo emocionalmente, já que lida com “feridas sociais”: a indignidade de mendigos ou andarilhos, doentes, descrentes na vida, drogados jovens ou não, indivíduos em situação de rua, sempre revoltados, e não sem óbvia razão.
Por força do cargo, essa chefia de uma ação social a todo instante vê a miséria humana esperando solução! Oportuno lembrar que é usual baralhar-se assistência social e assistencialismo; este é execrável forma de aliciamento político, enquanto aquela espelha o zelo da administração em contraprestação aos impostos e tributos que exige dos cidadãos.
Em Paranavaí as já rotineiras blitzes noturnas não só em locais certos, mas também em certos locais, como a imóveis abandonados – abrigos de infelizes em situação de rua –, e com a participação da Secretária de Desenvolvimento Social, Marli Bavia, em conjunto com equipes do 8º BPM/PR lideradas pelo tenente coronel Moliani, são iniciativas que, pelos resultados já percebidos, estão rejubilando toda a sociedade local. A blogginteratividade, mesmo por anônimos, os comentários confirmam-me.
Não se esqueça que, noite e madrugada adentro, numa blitz há, no mínimo, dois instantes tensos: o da ação policial a quem esteja, por exemplo, vadiando, se prostituindo, ou drogando-se, e o da sequente abordagem e encaminhamento desses indivíduos pela equipe de assistência social. Até agora não se tem notícias em Paranavaí de desconsideração aos direitos constitucionais e humanitários dos abordados.
O êxito da iniciativa tem uma razão de ser: felizmente há pessoas naturalmente talhadas para tão nobre e difícil função. É o caso da atual Secretária de Desenvolvimento Social da cidade, Sra. Marli Correia Faria Bavia, não só Assistente Social com experiência técnica acumulada no ofício, mas uma privilegiada com o dom especial de bem e humanamente conseguir colocar de fato “o guizo no rabo do gato” desses problemas, verdadeiras “chagas sociais”.
Portanto, é chegada a honrosa hora da imprensa local – em especial os blogues – divulgarem a excelência desse trabalho social desenvolvido pela Secretaria de Desenvolvimento Social, sem que isso represente subserviência, interesse recôndito algum ou bairrismo atoleimado.
Sabemos que uma “chaga social” não é curada integralmente apenas com algumas ações, nem que à vitória em primeira batalha se devam cruzar braços. Antes é de se prosseguir a luta, relembrando-se para isso das ocasiões em que o nome da cidade saiu negativamente na imprensa nacional por conta das drogas. Façamos justiça pois agora!
Nossos parabéns à Secretária de Desenvolvimento Social da Paranavaí, Sra. Marli Bavia pela iniciativa das blitzes noturnas e conjuntas na cidade!
José Roberto Balestra
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28/Fevereiro/2010
“Quem não se dá com calor deve sair da cozinha.”
Ao ler aqui no Blog do Joaquim um comentário que reputei muito bom, sobretudo por ponderado, do blogleitor Edson Fusco (“Cargo político e demais atividades do nosso cotidiano” = Leia AQUI= ), senti-me convidado à discussão. Respeitosamente aqui estou.
De pleno concordo em grande parte com Edson, sobre o real espírito do seu comento, extensivo que é ao geral da vida. E jamais ousaria eu discordar da saudosa Cora Coralina; uma Iluminada!
Todavia, tenho observado que muita gente só aprende a música quando acaba o baile. Com alguns políticos é exatamente assim. É-lhes a “cultura do retorno” pelas urnas. Mas esses se esquecem que acidentes de percurso existem…
No caso aí citado por Edson, se antes tinha o deputado apenas experiência no executivo, havendo sido prefeito da cidade, com efeito, não se esqueça que, justamente por isso, à consabida e rotineira convivência com o legislativo estadual por outros quatro anos, haveria ele de assimilar o espírito da então nova função já no primeiro ano do mandato, que em verdade é o quinto ano de vida pública. O tempo não para, não é o que diz a música?
Deputado ou prefeito, a diferença está apenas no local da cadeira. Ora, nas lidas de uma fazenda de criação de gado, qual a diferença entre o domador de animais e o vaqueiro? Nenhuma, afirmo com segurança; as funções diferem, mas na essência o trabalho é comum.
Só um detalhe não pode ser olvidado no caso ou no exemplo: assim como há pessoas que, pela própria natureza e personalidade (e não falta de oportunidades ou recursos financeiros!), definitivamente não conseguem ser patrões de si, e daí carecem de empregos, por outro lado, também há os que são bons administradores do próprio patrimônio, e até fazem ou aumentam fortunas.
Assim são estes últimos porque independem de outrem, de habilidade em negociações; ditam-se a própria meta e a realizam com o capital que tem à mão. São os líderes de si mesmo!
No entanto, em política exige-se muito mais que isso para se ser um bom deputado, prefeito, senador, etc; há que se ter sido bafejado divinamente com o dom! Exemplos há aos borbotões, mesmo entre os locais. Talento político se revela muito antes do exercício ou candidatura a um mandato. É aptidão inata, qualidade não adquirível…
Estabilidade financeira, suficiente para bancar a própria campanha, pode ser apenas um elemento para dissipar dúvida mínima em relação à possibilidade de vitória do candidato num pleito eleitoral. Porém, jamais para dar a certeza de que, junto do dinheiro do candidato, venha atrelada sua competência para a função pública concorrida. Para quem assim pensa, o tempo fica sobrevoando-lhe, olhando sua incauta vítima se esvair aos poucos…
Repare-se nos políticos “profissionais” de nosso país. E não falo em retidão ou não deles, que probidade é regra social! Tem eles ótimas assessorias, mas antes dominam a arte de influenciar diretamente a opinião pública. São hábeis no relacionamento e enfrentam temas públicos polêmicos, sabem o momento exato de transigir por enxergarem longe, tem capacidade verbal de convencimento efetivo, não fogem de câmeras nem do papel dos grandes jornais, revistas e outros meios de comunicação não subvencionados. Durante o mandato tratam do próprio marketing pessoal sem se esquecer do seu eleitorado nem aparecer apenas pra lhes pedir votos ou fazer doações básicas e assemelhados, são participativos, e daí sim naturalmente populares.
Enfim, o povo sabe que política é arte pra poucos. Quem não tem o divino dom para ela ou “[Quem] não se dá com calor, deve sair da cozinha.”, diz um ditado mineiro.
José Roberto Balestra
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15/Fevereiro/2010
CARNAVAL: O COZINHEIRO DA COMITIVA SE ATRASOU
Por sua própria finalidade, para ocupar um cargo público, nomeado em comissão, ou não, o investido há que gozar de discernimento para sopesar situações, possuir boa memória, e sobretudo conquistar credibilidade. Em se tratando duma secretaria de comunicação social, imperioso que seu titular – além dos atributos citados – cultive boas relações com a imprensa, e os demais veículos de comunicação. Aqui entendida esta em sentido amplo.
Imprescindível que tenha íntima amizade com o idioma vernáculo; configurando-se na voz pela qual se manifesta o poder nomeante perante os cidadãos da comunidade, com efeito, uma palavra mal empregada, um sinônimo mal posto ou uma ênfase deslocada num discurso, nota ou esclarecimento, põe constrangido publicamente o seu nomeante.
Vejo que no autodenominado “esclarecimento” (não subscrito pelo titular) da SECOM publicado neste blog jornalístico no dia 13 p.p., rebatendo a opinião do seu administrador, o radialista Joaquim de Paula, com efeito, o titular da secretaria tardou-se na “comitiva” do carnaval popular. Explico-me.
Do “esclarecimento” consta a justificativa de que, embora tempestivamente autorizado pelo Chefe do Executivo, o “carnaval popular” na cidade – havido no primeiro ano da gestão – este ano não fora implementado por que “…não foi possível realizar a contratação de empresa de segurança com registro na Policia Federal. (…)”, não obstante os esforços iniciais da Diretoria de Turismo, que “…chegou a iniciar o processo de licitação para aquisição de alguns serviços, tais como a locação de palco, som, etc; (…)”.
Ora, tida assim a escusa, o “esclarecimento” poderia (e deveria!) ter tornado público “os fatos” – mesmo que só pela imprensa paga – com significativa antecipação à data de início do tradicional Carnaval. Aliás, neste ponto espelhem-se a secretaria de comunicação, a citada diretoria de turismo, na lição administrativa das escolas de samba cariocas e paulistanas, cujas atividades são integradamente operacionalizadas. Por isso ganham prêmios; distribuem alegrias!
Se foi impossível cuidar dos pormenores que o assunto reclamava, logo ficou evidente que isto se dera por gritante falha encadeada dos órgãos executivos da tarefa previamente autorizada pelo Chefe do Executivo. Citar programas sociais em nada abona o deslize; “A bonança nada tem a ver com a tempestade.”, como diz o fraseador rosiano, tutameizando (p. 48).
Pelo “esclarecimento”, efetivamente se vê que seu emitente desafina-se com o idioma vernáculo. Ora, a manifestação do administrador do blog, enquanto radialista, é tão só a sua opinião jornalística sobre o fato, e assim está constitucionalmente assegurada. Nela não há forma preconceituosa, maldade, e nem desconhecimento dos fatos; estes é que são reflexos da ausência de comunicação da secretaria à imprensa da cidade. Aceite ou não a SECOM, os blogs são os novéis instrumentos de cidadania! Ademais, os comentários ditos “anônimos” não são “covardes”, como os destrata a SECOM; todos são identificáveis mediante ordem legal. Tanto assim que os órgãos públicos de investigação ou de segurança do Estado se servem dos “anonimatos” para solução de ilícitos.
Por boa memória e credibilidade, refiro-me o mal uso da verdade que faz o titular da secretaria ao afirmar que “Não é praxe desta administração responder a comentários de blogueiros e os comentários feitos nos blogs pelos internautas. (…)”
Ora, tendo-se que a SECOM representa o atual Poder Executivo, com efeito, a seguir se vê que, ao contrário do que afirma, é sim praxe do titular da secretaria responder comentários de blogueiros! E o faz exatamente como combate: de forma agressiva, preconceituosa, bairrista e rancorosa, sem respeito ao juízo alheio. A turvas vistas tergiversa à expressão regime democrático!
Veja-se quanto a isso, nos quadros a seqüência exata dos fatos dados num post publicado pelo respeitável blogueiro e jornalista maringaense, MESSIAS MENDES, em 10/12/2009, quando, após um comentário deste articulista, o mesmo titular da SECOM/Paranavaí o respondeu – contrariando-se ao que diz agora – em nome da administração, se havendo a seu próprio estilo: (os destaques a seguir são nossos)
12/10/2009
A UEM nasceu no capô do carro do prefeito
http://messias-mendes.blogspot.com/2009/12/uem-nasceu-no-capo-do-carro-do-prefeito.html
Aproveitando o mote das comemorações dos 40 anos da UEM, lembro como surgiu a nossa universidade estadual, que não teria sido criada na época não fosse a obstinação do prefeito Adriano Valente. Foi assim: o governador Paulo Pimentel anunciava a criação das universidades de Londrina e Ponta Grossa. Adriano mobilizou as chamadas forças vivas de Maringá e foi ao governador exigir a criação da UEM. Pimentel tentou resistir, mas a pressão foi tão grande que ele decidiu incluir a terceira universidade estadual no pacote. Porém, quando assinou os decretos, “esqueceu” da Universidade de Maringá, cuja criação chegara a confirmar.
Um dia , Dr. Adriano pegou o carro do gabinete e tocou para Curitiba. Amanheceu na frente da casa de Pimentel. Preocupado com a possibilidade de não ser atendido, colocou o veículo atravessado em frente ao portão. Ali pelas 7 horas quando saia para ir ao Palácio, o governador se surpreendeu com o carro atravessado e o prefeito de Maringá em pé, aguardando-o. “O que é isso prefeito, o que o Sr. está fazendo aí desse jeito?”. Adriano Valente respondeu: “Estou aqui , governador, para o Sr. assinar o decreto de criação da Universidade de Maringá”. O prefeito tinha em mãos uma cópia do decreto elaborado pela Casa Civil , mas que Pimentel , dando uma de “João sem braço” não assinara. Resultado, assinou na hora, usando como ponto de apoio o capô do automovel do prefeito.
Uma vez criada a UEM, o prefeito tratou de iniciar o processo de desapropriações para a implantação do campus. Desapropriou 80 alqueires. E você, caro leitor , perguntaria: então por que o campus só tem 40 alqueires? E eu direi,tendo o dr. Adriano, ainda gozando de plena lucidez apesar dos seus quase 90 anos, como testemunha: o seu sucessor, Silvio Magalhães Barros I, simplesmente decidiu suprimir metade da área, usando boa parte para a implantação da vila Esperança e outro bom pedaço para a construção do Conjunto Habitacional Mauricio Schulmann.
Então, quem mais merece homenagens nesses 40 anos da UEM é justamente o dr. Adriano José Valente, muito mais do que o governador da época, Paulo Cruz Pimentel. Os dois receberão título de Doutor Honoris Causa. No caso do ex-prefeito, é justo, justíssimo.
Postado por Meu Blogger às 14:50
JOSÉ ROBERTO BALESTRA disse…http://www.blogger.com/profile/08436403944297713441
Messias, quando vejo uma bela notícia histórica dessas, e aí me vem à lembrança a resistência do prefeito de Paranavaí contra a Fusão da Fafipa com a UEM, inclusive declarando em público que os estudantes paranavaienses – segundo ele – não tem condições de passar num vestibular da UEM, e ao mesmo tempo manda seus filhos estudarem no exterior, então me dá uma grande revolta; ver que, um prefeito como ele, nascido naquela cidade, meu conterrâneo, tem uma visão tão pequena da inteligência alheia.
A este respeito, Messias, não tenho nenhuma modéstia àquele pensamento do prefeito conterrâneo: sou paranavaiense, lá fiz todo meu primeiro e segundo (parcial, porque o arremate dei com exame supletivo) graus, e depois de mais de dez anos sem estudar, nem cursinhos, fiz três vestibulares na UEM e fui aprovado em todos (24, 25 e 8º lugares). Só pude fazer minha matrícula no derradeiro porque foi quando também fui aprovado em todas as disciplinas do supletivo.
Talvez o prefeito de lá, que não tem argumento pra convencer o governo estadual, não queira a Fusão FAFIPA-UEM porque ele também só pretende esse mandato de vida pública… Depois certamente voltará pra seus bois.
“Sec. Comunicação Social – Prefeitura de Paranavaí disse…
Sobre o comentário do Sr. José Roberto Balestra neste blog, onde gratuitamente faz ataques pessoais ao prefeito de Paranavaí, e com o objetivo de restabelecer a verdade, vale esclarecer (para quem quer ser esclarecido e não tem interesses escusos) a posição do prefeito Rogério Lorenzetti a respeito da propalada fusão UEM-Fafipa.
1) Eleito com 55% dos votos numa disputa com quatro candidatos e investido da autoridade delegada pelo povo de Paranavaí, em nenhum momento, o prefeito se manifestou contra ou a favor da fusão. Atua como magistrado e estadista, acompanhando serenamente as discussões. Não busca influenciar nenhum dos lados. Isto é democracia e bom senso; Ao referir-se sobre eventuais dificuldades dos alunos da região ingressarem no ensino superior, no caso de uma fusão, referia-se ao aumento da concorrência. Qualquer pessoa, com um mínimo de conhecimento de matemática, sabe que o “status” da UEM traria maior concorrência. Jamais, em tempo algum, quis desmerecer os estudantes locais e as escolas públicas. Até porque, em 1974, egresso de uma escola pública, o próprio prefeito prestou vestibular na UEM, no curso de administração de empresas, ficou entre os 10 primeiros colocados e só não se matriculou em função do falecimento de seu pai, quando, ainda com 17 anos, teve que assumir as atividades, na época, pequenas, da família;
2) Quem ama Paranavaí, fica nela, estuda, investe e constitui família. Alguns têm melhores oportunidades fora, e devem aproveitá-las. Mas não tem conhecimento suficiente, não vive o dia-a-dia da cidade para dizer o que deve e o que não deve ser feito pela comunidade que ele deixou para trás. O prefeito Rogério nasceu em Paranavaí, aqui estudou, constituiu família, aqui trabalha e aqui investe. E recentemente concluiu, também em Paranavaí, seu curso superior.
3) O Prefeito não está preocupado com a reeleição. Não é o momento para pensar nisso. Está preocupado em fazer uma administração de respeito à sociedade, que, a propósito, está dividida sobre a fusão Fafipa-UEM. O prefeito não é o dono da verdade e ao falar sobre a concorrência, apenas procurou contribuir com o debate;
4) Vale ressaltar que o prefeito já manifestou a possibilidade de a UEM instalar um campus em Paranavaí e que, usando os instrumentos legais, procurará contribuir para esta instalação da instituição em Paranavaí. A UEM é muito bem vinda a Paranavaí, mas isso não precisa necessariamente significar a extinção da Fafipa. Esta é mais uma contribuição para o debate;
5) O prefeito Rogério Lorenzetti manifesta sua indignação pela forma jocosa com que o comentarista se refere a sua condição de pecuarista. O prefeito é um produtor rural, que diversifica suas produções. Tem orgulho de seu patrimônio, pois foi construído com trabalho, honestidade e determinação. Estranha que pessoas que se apresentam como tão cultuas não consigam conduzir um debate de forma respeitosa. O desrespeito geralmente é conseqüência da falta de argumentos
6) Esclarece que seus filhos são acadêmicos de universidades públicas. Ambos estudaram no exterior como bolsistas do Rotary e o mais velho fez inscrição para estágio remunerado no exterior. Seu currículo foi selecionado entre muitos outros por um grande produtor que se interessou pelas seu desempenho e concedeu o estágio remunerado.
7) Por fim, vale ressaltar que a UEM e a Fafipa são instituições estaduais, portanto não cabe ao prefeito a decisão sobre a fusão ou não. Na condição de prefeito eleito democraticamente a sua posição definitiva deve ser a mesma da maioria da população, a mesma daqueles que moram, trabalham, se divertem, enfim, tem a sua vida aqui.
Secretaria de Comunicação Social
Prefeitura de Paranavaí
Na condução da boiada o “cozinheiro da comitiva” sempre sai antes com os cargueiros. Dele é que, ao berrante, à hora certa vem o toque da “queima do alho”, informando pronta a bóia… Mas quando há contratempo, o mínimo que se espera é que tenha a virtude da humildade; se desculpe…
“Carnaval é tempo de folia,
e em churrascada há alegria,
exceto para músicos e churrasqueiros;
apenas suam…”
José Roberto Balestra
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