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O encontro de hoje deixou claro que o movimento pela instalação da Clínica Oncológica de Paranavaí cresceu significativamente, pois o que se notou na Aciap foi a presença de lideranças de vários segmentos da sociedade local //// Um bom sinal !!!
O Movimento Pró-Tratamento Oncológico de Paranavaí e Região realizou nesta quinta-feira (24/5), pela manhã, um ato público para chamar a atenção da sociedade e das autoridades para a necessidade de instalação de um hospital que ofereça tratamento a pessoas com câncer. O encontro aconteceu no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Paranavaí (Aciap).
Esse movimento reúne igrejas e entidades de Paranavaí, e o principal objetivo é mostrar para entidades, clubes de serviço e grupos classistas que a situação de pacientes com câncer que se deslocam para outras cidades em busca de tratamento é prejudicada pelas longas viagens.
O presidente da Aciap, Guto Costa, disse que a sociedade não pode ficar esperando que a solução para o problema parta das esferas governamentais.
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Cidadão Paranavaiense foi à causa, com muita propriedade.
Anos 60, 70, quando se consolidava o desbravamento da nossa região, raríssimo se saber dalguém canceroso.
A simples menção do nome da doença, fazia a gente se persignar com o sinal da Cruz, quase que automaticamente.
Daí, em plena Dita Dura, impôs-se a Revolução Verde.
Venenos fabricados lá fora, mas proibidos de serem comercializados em suas origens, recebiam até incentivos governamentais para serem aplicados em nossos chãos.
Os nossos agronomos se transformaram em caixeiros viajantes da Rhodia, Pfizer, Bayer, etéque.
Nestor Jost, presidente do Banco do Brasil, era acionista de uma multi fabricante de adubo e de veneno. Condicionou a concessão de financiamento para o custeio, à obrigação da destinação de 20 por cento do papagaio à compra dos produtos.
Nas décadas seguintes, o consumismo, o modismo, empurrou-nos para uma mudança em nossos hábitos alimentares.
Entupimo-nos de alimentos tratados quimicamente, coloridos e aromatizados artificialmente.
Os nossos próprios agricultores engrossam as estatísticas das vítimas do câncer, defasadas, pois muitas vezes as causas da morte, são atribuidas à doença que motivou a entrada do paciente na casa de saúde, mesmo provocada pelo veneno que ele ou aspirou, ou digeriu ou que entrou em seu organismo, através dos poros.
Sem contar, os que padecem problemas neurológicos que afetam inclusive a performance sexual – tornando inférteis as mulheres e impotentes os homens. Riscos de neonatos encefálicos – nenêns que não desenvolvem o cérebro, são constatados com vergonhosa frequencia.
Mas – como faz o rato: Um olho no queijo, outro no gato.
Impossível não politizar a questão do mais que justo pleito de Paranavai e região.
Impossível não nos indignar com a abertura dos cofres para a liberação de emendas para deputados da base do Governo justamente quando o bicho ameaça pegar na CPI/Cachoeira-Mensalão.
Dez milhões que serão pulverizados nuns metros de asfalto em Caicó, uma ambulância para Pederneiras, um poço artesiano em S. J. do Meriti, por ai.
Forma vergonhosa de cooptação, aplaudida pela maioria, míope.
É justamente isso que está sendo discutido Timelo, os profissionais estão nos grandes centros, e muitos pacientes em situações extremamente crítica, de nossa cidade têm de se deslocar, até essas cidade para realizar o tratamento. Uma situação desconfortável e sobretudo desumana, para quem sofre com essa doença. A luta é para trazer para cá, o centro oncológico e os profissionais especializados no tratamento, pois não se trata de um capricho, mas uma situação extrema e delicada, que só quem teve ou convive com alguém que tenha câncer, entende. Acho que agora, mais do que nunca, é a hora de toda a população se mobilizar, abraçar esta causa e ganhar voz perante as autoridades que podem fazer algo em favor da unidade oncológica, pois este é um problema que todos nós estamos sujeitos e para que ser pessimista se podemos ser otimistas e tentar buscar um pouco mais de qualidade de vida para essas pessoas e seus familiares. A saúde pública é um direito, garantido por lei, não um favor do governo.
Com todo respeito, principalmente aos pacientes que enfrentam este tratamento, mas acredito que Paranavaí não tem cacife pra manter uma clínica dessa especialidade. Esses profissionais ficam em grandes centros, e não em Paranavaí.
Se um infarto ou derrame, nossos pacientes precisam correr para Umuarama, imagina o resto.
Acho justo o Movimento pela Oncologia em Paranavaí, mas só queria entender o porque não comentaram nada das ações preventivas. Pois como sabemos, o Brasil é um dos que mais consome agrotóxico (veneno) no mundo. Das pessoas acometidas pelo Cancer, muitas são provocadas pelo consumo de alimentos contaminados com resíduos de veneno. Quremos sim ter uma vida saudável e, sem cancer. Pois, se chegarmos a ser acometidos pelo cancer, obviamente, que dependendo do tipo, mesmo que sejamos atendido pelo melhor Centro Oncológico e, o melhor profissional, com toda certeza morreremos. Poucos são os caso de melhora, ou seja, é melhor prevenir do que remediar. Vamos melhorar a nossa atenção primária, melhorar as ações preventivas. Com certeza, veremos os nossos netos não acometidos por este problema. Senão teremos que ter Centro Oncológicos em todas as cidades, não só em Paranavaí.
Finalizando, todos sabem que o nosso manancial da água que consumimos em Paranavaí, esta localizado numa APA, “Área de Preservação Ambiental”, chamada de Água do Arara, e que há culturas da Mandioca e Laranja com aplicação constante de Agrotóxicos (Herbicidas, Inseticifas, Fungicidas etc). Pergunto, será que a nossa água que bebemos, para lavar os nossos alimentos, não há presença de resíduios, mesmo que dentro dos limites estabelecidos,ou será que todos os príncípios ativos aplicados são analisados???!!!